E assim sou, fútil e sensível, capaz de impulsos absorventes, maus e bons, nobres e vis, mas nunca de um sentimento que subsista, nunca de uma emoção que continue, e entre para substância da alma. Tudo em mim é tendência para ser a seguir outra coisa; uma impaciência da alma consigo mesma. Um desassossego sempre crescente e sempre igual. Tudo me interessa e nada me prende.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Será?


Para quem acredita na consciência ou personificação divina!
Para quem não acredita aí vai uma dica interessante de livro:
Deus, Um Delírio - Richard Dawkins
(http://www.youtube.com/watch?v=Desb4TwzkTg)

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